AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE DE CONTRATO C/C OBRIGAÇÃO DE FAZER, REPETIÇÃO DE INDÉBITO E INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS COM PEDIDO DE TUTELA DE URGÊNCIA

A Magalhães & Gomes Advogados é um escritório de advocacia renomado no Rio de Janeiro – RJ, com atuação sólida em todo o Estado e unidades físicas estrategicamente localizadas para melhor atender seus clientes.

Com mais de uma década de experiência e participação em mais de 10.000 processos, nossa equipe é composta por advogados altamente qualificados, preparados para oferecer soluções jurídicas personalizadas, eficientes e estratégicas.

Neste espaço, compartilhamos modelos de peças processuais elaboradas pela equipe técnica do escritório, demonstrando na prática a expertise, técnica e comprometimento que caracterizam nossa atuação. Nosso objetivo é contribuir para a educação jurídica e evidenciar a qualidade e seriedade do trabalho desenvolvido pela Magalhães & Gomes Advogados.

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AO DOUTO JUÍZO DO JUIZADO ESPECIAL FEDERAL DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE XXXX/XX

XXXX, brasileiro, solteiro, aposentado por invalidez, nascido em XXXX, filho de XXXX e XXXX, portador do RG nº XXXX e inscrito no CPF sob o nº XXXX, residente e domiciliado à XXXX, XXXX, XXXX, XXXX – XX, CEP: XXXX, endereço eletrônico: XXXX, vem, por intermédio de seus advogados XXXX (OAB/XX XXXX) e XXXX (OAB/XX XXXX), perante Vossa Excelência, propor:

AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E TUTELA DE URGÊNCIA

em face de XXXX (XXXX), inscrito no CNPJ sob o nº XXXX, com sede na XXXX, XXXX, XXXX – XX, CEP: XXXX, e XXXX (XXXX), inscrita no CNPJ sob o nº XXXX, com sede no XXXX, XXXX, XXXX, XXXX – XX, CEP: XXXX, pelos fatos e fundamentos a seguir expostos:

I. DO JUÍZO XXXX DIGITAL E GRATUIDADE DE JUSTIÇA
A parte Autora requer a adoção do Juízo XXXX Digital. Outrossim, solicita a Gratuidade de Justiça, visto que é aposentado por invalidez e sua margem consignável disponível atual é de apenas R$ XXXX (XXXX). Tal cenário demonstra a absoluta impossibilidade de custear o processo sem prejuízo de seu sustento básico e de sua sobrevivência digna (Art. XXXX do CPC).

II. DOS FATOS
O Autor é titular do benefício de aposentadoria por invalidez previdenciária nº XXXX e padece de transtorno de bipolaridade, condição que o obriga a manter tratamento médico rigoroso e uso de forte medicação. Ocorre que, em virtude de um grave erro sistêmico ocorrido na base de dados da segunda Ré (XXXX) na cidade de XXXX, foi indevidamente permitida a liberação de margem consignável que já se encontrava exaurida, possibilitando uma operação de portabilidade/refinanciamento para a primeira Ré (XXXX). Em decorrência dessa falha, o XXXX creditou na conta corrente do Autor, em XXXX, a quantia de R$ XXXX (XXXX), averbando imediatamente o contrato nº XXXX com parcelas mensais de R$ XXXX (XXXX).

Atualmente, o Autor ostenta um quantitativo de XXXX (XXXX) empréstimos ativos, os quais totalizam um comprometimento mensal de R$ XXXX (XXXX) sobre seu benefício. Esta situação, provocada pela negligência das Rés ao ignorarem o limite legal de desconto, reduziu a margem disponível do Autor ao patamar irrisório de R$ XXXX (XXXX), tornando-o incapaz de arcar com despesas mínimas de alimentação e farmácia, fundamentais para o controle de sua patologia mental. É imperativo ressaltar que a contratação deu-se em momento de fragilidade psíquica e sob efeito de medicação, o que, somado à falha técnica das instituições financeiras, viciou irremediavelmente o negócio jurídico.

III. DO DIREITO
XXXX. Da Violação do Mínimo Existencial e Margem Consignável
A Lei nº XXXX e a Lei nº XXXX estabelecem limites rígidos para descontos em folha, visando preservar o mínimo existencial. No caso em tela, as Rés falharam no dever de fiscalização ao averbarem um contrato que aniquilou a renda do Autor, deixando-o em situação de extrema vulnerabilidade financeira.

XXXX. Da Responsabilidade Objetiva e Súmula XXXX do XXXX
As instituições financeiras respondem objetivamente por fortuito interno. O “bug” sistêmico que permitiu a contratação sem margem disponível constitui falha grave na prestação do serviço e risco inerente à atividade econômica das Rés.

IV. DO DANO MORAL MAJORADO
A retenção de verba alimentar de um cidadão enfermo e incapaz gera dano moral in re ipsa. A gravidade da lesão, que privou o Autor de recursos para sua subsistência, exige uma condenação que observe o caráter punitivo-pedagógico. O Egrégio XXXX da XXXX Região ratifica a majoração da indenização em casos de extrapolação de margem:

“XXXX. XXXX. XXXX. XXXX. XXXX. XXXX. A retenção de verba alimentar de pessoa idosa/enferma acima do teto legal enseja reparação moral em patamar elevado para coibir a reiteração da conduta (…).”
(XXXX; XXXX; Rel. Des. Federal XXXX).

V. DA TUTELA DE URGÊNCIA
Presentes a probabilidade do direito, cristalina no extrato do XXXX que aponta margem de R$ XXXX (XXXX), e o perigo de dano, consubstanciado no risco à sobrevivência digna do Autor, requer-se a suspensão imediata do desconto de R$ XXXX (XXXX), sob pena de multa diária.

VI. DOS PEDIDOS
a) A concessão da Tutela de Urgência para a suspensão imediata dos descontos referentes ao contrato nº XXXX;
b) A declaração de nulidade do contrato nº XXXX por vício de consentimento e inexistência de margem consignável;
c) A condenação das Rés à restituição em dobro dos valores descontados indevidamente, estimada em R$ XXXX (XXXX);
d) A condenação das Rés ao pagamento de DANOS MORAIS no valor de R$ XXXX (XXXX), dada a gravidade do dano e a condição de saúde do Autor;
e) A Inversão do Ônus da Prova (Art. XXXX, XXXX do XXXX);
f) Publicações exclusivas em nome de XXXX, OAB/XX XXXX.

DO VALOR DA CAUSA
Atribui-se à causa o valor de R$ XXXX (XXXX).

Nestes termos,
pede deferimento.
XXXX – XX, XXXX.

XXXX XXXX
OAB/XX XXXX OAB/XX XXXX

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Dr. Gabriel Magalhães

Dr. Gabriel Magalhães

OAB RJ 197.254 – Advogado e Administrador no escritório Magalhães e Gomes Advogados, com mais de 10 anos de experiência e atuação em mais de 10 mil processos. Especialista em diversas áreas jurídicas.

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