
Dr. Gabriel Magalhães
Mais de uma década de experiência na advocacia, participação em mais de 10.000 processos e gestão de equipe multidisciplinar.
Falar com o escritórioQuestões familiares envolvem filhos, patrimônio, vínculos afetivos e decisões com efeitos duradouros. Nossa equipe atua em Direito de Família com atendimento individualizado, por WhatsApp, videochamada e presencial.

Divórcio consensual e litigioso, patrimônio e questões relacionadas aos filhos.
Guarda compartilhada ou unilateral e organização das responsabilidades parentais.
Fixação, revisão, redução, majoração, execução e exoneração.
Regulamentação de convivência, férias, feriados e situações de descumprimento.
Reconhecimento, dissolução, efeitos patrimoniais e reconhecimento pós-morte.
Reconhecimento, investigação e efeitos jurídicos da filiação.
Análise do regime patrimonial e divisão de bens e obrigações.
Herdeiros, patrimônio, testamento e partilha.
Medidas jurídicas de proteção conforme as circunstâncias do caso.
O Direito de Família disciplina relações pessoais e patrimoniais decorrentes do casamento, da união estável, da filiação e da parentalidade. Como essas situações envolvem relações próximas e, muitas vezes, conflitos sensíveis, a estratégia jurídica deve considerar tanto a legislação quanto os efeitos práticos sobre filhos, patrimônio e rotina familiar.
O divórcio encerra juridicamente o casamento. Havendo consenso, é possível organizar previamente temas como partilha, eventual pensão entre cônjuges e questões relacionadas aos filhos. Quando não há acordo, os pontos controvertidos podem precisar de decisão judicial.
A escolha do procedimento depende da situação concreta. Identificar logo no início quais pontos já estão resolvidos e quais exigem negociação ou decisão judicial costuma tornar a condução do caso mais objetiva.
A guarda está relacionada às responsabilidades e decisões sobre a vida dos filhos. Na guarda compartilhada, ambos os genitores participam das decisões relevantes. Isso não significa necessariamente divisão matemática do tempo em 50% para cada um.
Residência de referência, escola, saúde, atividades, viagens e convivência devem ser organizadas de acordo com a realidade familiar e o melhor interesse da criança ou adolescente.
A pensão pode abranger despesas de alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário e outras necessidades pertinentes. Não existe regra universal de que toda pensão corresponda a 30% da renda. O valor depende das necessidades de quem recebe, da capacidade econômica de quem paga e da proporcionalidade.
Mudanças relevantes podem justificar revisão. Se houver parcelas vencidas, pode ser necessária a execução. A maioridade aos 18 anos, por si só, não encerra automaticamente a obrigação.
Quando os pais não vivem juntos, uma rotina clara pode reduzir conflitos. A regulamentação pode tratar de finais de semana, férias, feriados, aniversários, viagens, horários e formas de comunicação. O objetivo central é proteger a convivência familiar e a estabilidade dos filhos.
A união estável pode produzir efeitos pessoais e patrimoniais. Dependendo do caso, pode ser necessário discutir existência, período, regime patrimonial, dissolução e consequências sucessórias. A ausência de escritura pública não impede necessariamente o reconhecimento, que pode depender de documentos, testemunhas e outros elementos de prova.
Questões de filiação podem envolver reconhecimento voluntário ou judicial, investigação de paternidade e repercussões sobre nome, alimentos, convivência e sucessão. O procedimento e as provas necessárias variam conforme a situação.
Em divórcios e dissoluções de união estável, a divisão do patrimônio depende do regime aplicável, da data e forma de aquisição dos bens, da origem dos recursos e da existência de patrimônio particular. Imóveis, veículos, empresas, aplicações e dívidas podem exigir exame documental específico.
Após o falecimento, o inventário identifica herdeiros, organiza o patrimônio, verifica obrigações e viabiliza a partilha. Conforme as circunstâncias e os requisitos legais, o procedimento pode ser judicial ou extrajudicial. União estável, testamento, divergências entre herdeiros e composição do patrimônio podem influenciar a estratégia.
Nem todo conflito familiar precisa terminar em disputa prolongada. Quando existe espaço para negociação segura, o acordo pode reduzir desgaste e permitir soluções mais adequadas à rotina familiar. Quando não há consenso ou existe necessidade de proteção imediata, a via judicial pode ser necessária.
O primeiro atendimento pode ser realizado a distância. Pelo WhatsApp, é possível apresentar a situação e organizar documentos. A videochamada permite aprofundar a análise sem deslocamento. Para quem prefere atendimento presencial, o escritório mantém unidades em diferentes cidades do Estado do Rio de Janeiro.
Solicitar atendimento em Direito de FamíliaDependendo do assunto, podem ser úteis documentos pessoais, certidões, comprovantes de residência e renda, documentos dos filhos, comprovantes de despesas, contratos, documentos patrimoniais, extratos, decisões anteriores e conversas relevantes. Não é necessário ter tudo organizado antes do primeiro contato.

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Solicitar atendimentoSim. O atendimento inicial pode ocorrer por WhatsApp e videochamada, com envio digital de documentos.
Não. Quando existe consenso, pode haver solução consensual, conforme os requisitos do caso.
Não necessariamente. Ela está principalmente ligada ao exercício conjunto das responsabilidades parentais.
Não. Não existe percentual único aplicável a todos os casos.
Sim, quando houver mudança relevante nas circunstâncias, sujeita à análise individual.
A ausência de escritura não impede necessariamente o reconhecimento da união.
Em muitos casos, sim. A viabilidade depende da natureza do conflito e da segurança jurídica do acordo.
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Explique brevemente sua situação para que a equipe possa orientar sobre documentos, atendimento e próximos passos.
