A Magalhães & Gomes Advogados é um escritório de advocacia renomado no Rio de Janeiro – RJ, com atuação sólida em todo o Estado e unidades físicas estrategicamente localizadas para melhor atender seus clientes.
Com mais de uma década de experiência e participação em mais de 10.000 processos, nossa equipe é composta por advogados altamente qualificados, preparados para oferecer soluções jurídicas personalizadas, eficientes e estratégicas.
Neste espaço, compartilhamos modelos de peças processuais elaboradas pela equipe técnica do escritório, demonstrando na prática a expertise, técnica e comprometimento que caracterizam nossa atuação. Nosso objetivo é contribuir para a educação jurídica e evidenciar a qualidade e seriedade do trabalho desenvolvido pela Magalhães & Gomes Advogados.
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📍Angra dos Reis – RJ: Rua Prefeito João Galindo, nº 75, Centro. CEP 23900-650
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AO DOUTO JUÍZO DE DIREITO DA VARA CÍVEL E DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER DA COMARCA DE XXXX/XX
XXXX, brasileira, solteira, técnica de enfermagem, nascida na data de XXXX, filha de XXXX e XXXX, Tel.: XXXX, residente e domiciliada à XXXX, XXXX, XXXX/XX, CEP: XXXX, inscrita no CPF sob o nº XXXX e portadora da Carteira de Identidade nº XXXX, vem, através de seus advogados que a esta subscrevem, com endereço profissional constante no rodapé, perante Vossa Excelência propor:
AÇÃO CÍVEL DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS
em face de XXXX, brasileiro, técnico de enfermagem, Tel.: XXXX, residente na XXXX, XXXX, XXXX/XX, CEP: XXXX, pelos fatos e fundamentos que passa a expor.
DO JUÍZO 100% DIGITAL
De plano, a parte autora expressa o desejo pela adoção do juízo 100% digital, onde, caso Vossa Excelência entenda por ser necessária a designação de audiência, essa ocorra de forma virtual, assim como todos os demais atos do processo. Para tanto, informa desde já os meios de comunicação dos patronos, endereço eletrônico: XXXX.
DA GRATUIDADE DE JUSTIÇA
Requer a parte autora os benefícios da gratuidade da justiça, com fulcro na Lei XXXX, haja vista declarar-se pobre na forma da lei, não podendo custear a máquina jurisdicional sem prejuízo de seu sustento e de sua família, conforme declaração anexa.
DOS FATOS
A autora, XXXX, técnica de enfermagem, labora no Hospital Público de XXXX há vários anos, desempenhando suas funções com dedicação e assiduidade, sempre mantendo conduta profissional exemplar, conforme se comprova por sua ficha funcional e pelas declarações acostadas aos autos (XXXX; XXXX).
Na madrugada do plantão, por volta das XXXX horas, a autora foi abordada no corredor do anexo hospitalar pela técnica XXXX, que confidenciou à autora notícia sobre um suposto relacionamento entre o técnico de enfermagem XXXX e a técnica XXXX. XXXX relatou que a informação já circulava entre membros da equipe e que havia sido repassada à autora por outras colegas. Diante do relato, a autora comunicou o fato ao réu de forma reservada, apenas informando o que havia ouvido, deixando claro que não compactuava com intrigas e que não desejava alimentar boatos (XXXX).
Apesar da postura neutra e do esclarecimento prestado, no plantão subsequente — no dia XXXX — a autora foi surpreendida por abordagem agressiva e humilhante promovida pelo próprio XXXX, que a interpelou em tom exaltado e ameaçador. Na ocasião, dirigiu-se à autora aos gritos, avançando fisicamente em sua direção, fazendo-a temer por sua integridade física. O episódio ocorreu no interior das dependências do hospital e foi presenciado por outros servidores (XXXX).
Após tal incidente, a situação se agravou: a autora passou a ser alvo de calúnia, difamação e injúrias por parte de alguns membros da equipe, que a acusaram de ter sido responsável por “vazar” ou “espalhar” o suposto caso. Os nomes mencionados são: XXXX, XXXX, XXXX e XXXX — circunstância relatada nos documentos anexos.
Na mesma data, a autora foi chamada pelo coordenador de setor, XXXX, que informou que o réu pretendia instaurar procedimento administrativo disciplinar e incluir o nome da autora, mesmo sem prática de qualquer ato ilícito. Tal possibilidade gerou angústia e sensação de injustiça.
Em razão das ameaças e hostilidades, a autora desenvolveu quadro de abalo emocional, com sintomas de ansiedade, insônia, irritabilidade e dificuldade de concentração, conforme Laudo Médico anexado (XXXX).
Diante disso, a autora protocolou pedido de medidas protetivas com fundamento na Lei nº XXXX, pleiteando afastamento do agressor do setor, proibição de contato e demais providências de segurança.
A autora também comunicou a ocorrência às autoridades, gerando registro de Notícia de Fato no Ministério Público — processo nº XXXX — que declinou a atribuição ao Ministério Público Estadual (documento anexo).
Desde então, a autora se sente insegura, abalada emocionalmente e prejudicada em sua reputação profissional. A situação tem lhe causado dano psicológico, social e funcional.
DO DIREITO
O art. XXXX do Código Civil dispõe que aquele que causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. O art. XXXX impõe o dever de indenizar.
O comportamento do réu caracteriza violência psicológica e moral (Lei XXXX). As condutas violam direitos de personalidade (CF, art. 5º, V e X), impondo reparação.
DO DANO MORAL
O conjunto probatório demonstra humilhações, ameaças e difamação, causando profundo abalo emocional à autora, configurando violação à dignidade humana (CF, arts. 1º, III, e 5º, V e X).
O réu ultrapassou todos os limites de convivência profissional, causando intenso sofrimento psicológico.
Diante disso, requer-se indenização por danos morais no valor de R$ XXXX.
DO PEDIDO DE MEDIDAS PROTETIVAS
Requer-se, nos termos da Lei XXXX:
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Afastamento do réu do local de trabalho.
-
Proibição de aproximação no raio de XXXX metros.
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Proibição de contato por qualquer meio.
-
Comunicação à direção do hospital para adoção de medidas administrativas.
DA TUTELA DE URGÊNCIA
Estão presentes a probabilidade do direito e o perigo de dano, nos termos do art. XXXX do CPC e Lei XXXX, uma vez que a autora corre risco concreto à sua integridade emocional e física.
Requer-se a imediata concessão da tutela, inaudita altera pars.
DOS PEDIDOS
Requer:
-
Gratuidade de justiça.
-
Tutela de urgência, determinando:
a) Afastamento do réu do local de trabalho.
b) Proibição de aproximação mínima de XXXX metros.
c) Proibição de contato direto/indireto.
d) Comunicação ao hospital. -
Citação do réu.
-
Condenação em danos morais de R$ XXXX.
-
Condenação em custas e honorários.
-
Encaminhamento ao Ministério Público.
-
Produção de provas.
-
Intimações exclusivamente ao advogado XXXX, sob pena de nulidade.
DO VALOR DA CAUSA
Dá-se à causa o valor de R$ XXXX.
Nestes termos,
Pede deferimento.
XXXX, XX de XXXX de XXXX.
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OAB/XX XXXX
XXXX
OAB/XX XXXX
